domingo, 13 de dezembro de 2009

Memorial, minha vida na escolar.

Turma de 1996 - Tia sônia




Turma de 1997 - Tia Dione




Turma de 1998 - Tia Rita



Turma de 1999 - 4ª série





A primeira imagem que vem a minha cabeça quando penso no início de tudo, é uma sala de aula pequena, onde havia objetos que normalmente há em todas as salas de educação infantil. Dessa fase não lembra quase nada, nem dos professores.Só lembro do nome da escola, chamava-se: "Patinho dourado". E tinha um patinho pintado na fachada.
Depois, fui para uma escola pública bem grande, com corredoras, rampas, muitas salas e muitos alunos. Acho que fiz somente um ano lá e não recordações de sentimentos muito bons sobre esse tempo. Me sentia distante das professoras e um pouco também dos demais alunos. Só lembro dessa sensação e de como eu observava tudo à minha volta, quase sempre distante, como se eu estivesse observando de longe, sem está fazendo parte.
Após esse ano, me mudei para onde moro até hoje e fui para uma escola particular bem grande. Eu lembro de como eu me senti bem, vendo as árvores que tinha(ainda tem) lá, como sentia a brisa que deixava tudo tão tranqüilo em volta. As paredes eram(ainda são) claras, brancas e verde.
A minha primeira professora também foi um presente, me senti acolhida com toda aquela simpatia e o sorriso dela, o nome dela era Sônia e nunca vou esquecê-la.
Quando iniciei o que era a primeira série, o ano já tinha começado. Esse tipo de atraso foi muito frequente na minha vida escolar, por nenhum motivo específico, mas ela me deixou bem à vontade.
Com relação ao relacionamento com os demais alunos, não era muito comunicativa, na maior parte dos anos, eu fui aquela de somente uma grande amiga, talvez poucos colegas e só.
A minha melhor amiga na 1ª série chamava-se Amanda Eustáquio e eu tenho maior curiosidade de saber como ela está hoje. Eu lembro que ela também não era muito comunicativa, mas era inteligente e tinha uma "letrinha" linda.
Minha letra sempre foi horrorosa, embora eu tivesse uma professora de português que não achava(ela me adorava). Nunca fiz questão de mudar isso, nunca me preocupei realmente em tornar minha letra mais "bonitinha".
Também lembro de umas meninas super "metidinhas", que esnobavam algumas das outras meninas. Uma vez essa minha melhor amiga estava com um problema de pele e elas danaram a falar dela e se afastaram. Eu de qualquer forma estava com ela. Dizem que as crianças são cruéis,mas não são todas. Eu não considero que eu menina cruel.
Na segunda série era da "Tia Dione", ela era rígida e permaneceu assim pelos anos. Os alunos estavam sempre "enfileiradinhos", a saída para o recreio não era cheia de entusiasmo como a de outras turmas, era bem organizada.
Na 3ª série era "Tia Rita", que não tinha muito controle da situação, acho que ela ficou doente e se afastou. Na 4ª série, a turma ficou pior do que já era, trocamos mais de duas vezes de professoras.
Até a 8ª série eu bem quieta e pouco comunicativa, não tinha muitas colegas, mas estava satisfeita nesta fase. Na sexta série fui considerada a melhor aluna do colégio(entre todas as turmas de sexta série).
No segundo grau eu conheci meus melhores amigos até hoje, no segundo grau a menina que ficava no canto atenta às aulas, passou a ignorar quase sempre a presença do professor, misturada com a minha turma num animação só!
Chega a ser bem estranho falar isso agora que estou quase me formando em pedagogia, mas foi a verdade.
Eu não repeti nem um ano, deve ter sido sorte!Me divertir muito, mas devo confessar que muito pouco sei sobre várias e várias matérias, infelizmente.
Com toda certeza esse "rombo" no meu aprendizado seria quase nenhum se tivesse me dedicado, conseguido conciliar o que me dava prazer(meus amigos) com todas aquelas disciplinas(chegava perto de 20), fiz 2º grau técnico em informática.Mas não me chamem para fazer nenhum programa, por que eu entendo tanto disso quanto de química! NADA!
Bem, estou aqui agora com um universo de coisas na cabeça, ainda tentando me encontrar, como nos tempos de escola.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Síntese Conclusiva

No início do curso muitos de nós alunos ficamos um pouco “travados” com essa nova proposta do portfólio eletrônico, não apenas por ser novo e tudo que desconhecemos costuma nos deixar apreensivos. Mas também por que muitos não sabiam como lidar com essa ferramenta ou com essa forma de avaliação.
Neste momento, falando por mim, compreendi a intenção deste projeto à medida que nos queria fazer responsáveis dentro de uma liberdade maior , dentro da idéia de avaliação formativa. Essa forma de avaliação compreende inúmeros benefícios, como tornar alunos e professores mais próximos, através de suas exposições e trocas de informações que só tem como nos fazer evoluir.
Nossas trocas de leituras de criações pessoais também trás outro benefício. Faz com que a tecnologia também passe a nos aproximar ao invés de só nos afastar. Num universo em que a escrita e a comunicação ficou mais fácil, ainda sim nos vemos pouco como realmente somos e o que realmente sentimos. Mas estamos nós alunos aqui, reunidos a cumprir os objetivos de uma disciplina, mas ao mesmo tempo, ao menos digo por mim, mais características de cada um, poder perceber, me identificar ou não, admirar ou não, mas o mais importante, nos vermos mais . Esse projeto também viabiliza nosso auto conhecimento, nossa percepção de nossos erros o concerto dos mesmos.
Aprendemos mais sobre o universo infantil na fase anterior a alfabetização, um mundo de hipóteses feito pelas crianças que deve ser reconhecido e valorizado pelo professor, onde todo rabisco tem uma lógica subjetiva muito importante e deve ser tratada como tal. Devemos aprender a lidar com essa fase, por que não podemos fazer com os desejos de uma criança sejam frustrados. Isto por que, elas têm grande curiosidade sobre o universo da linguagem escrita e são quase sempre as atividades utilizadas em sala de aula que as impendem de tentar entender.
Por fim, quero dizer que o curso foi muito proveitoso nesses fatores que me ocorreu citar, entre outros. E que na prática, aprendi a gostar e a querer que atividades como essas façam parte do cotidiano dos professores. Devemos fazer com que os alunos se sintam parte fundamental do contexto do ensino e aprendizado, sintam-se como nós mais livres e mais responsáveis ao mesmo tempo, com nossas próprias idéias e evolução.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Comentando o capítulo: “A construção do conhecimento sobre a escrita” Autoras: Ana Teberosky e Teresa Colomer

O texto trata o assunto do aprendizado da leitura e da escrita da perspectiva da visão da criança que está aprendendo. Através de pergunta, resolução de problemas o texto discorre na forma como as crianças irão assimilar as informações e construir o conhecimento na área da linguagem escrita. É falado também de como a criança desenvolve uma organização sobre o material gráfico, sobre os nomes e até mesmo a parte escrita.
Interessante como os professores verificam algumas formas gerais comuns de construções iniciais da escrita pelas crianças. Por exemplo, na construção do nome próprio, muitas crianças começam escrevendo da direita para esquerda e fazendo uma leitura de segmentação silábica. O que já irá causar um conflito para criança, já que ela vai perceber que está escrevendo diferente da segmentação da leitura que fará.
Esse conflito é nitidamente percebido quando é pedido pelo professor para fazer uma leitura com o dedo. A partir daí, a própria criança tenta arranjar alternativas para preencher as lacunas desse conflito, seja prolongando a emissão oral quando faz a leitura, diminuindo a quantidade de letras, etc.
É apresentado no texto hipóteses infantis usadas pelas crianças, onde o autor traduz em linguagem adulta, onde o autor coloca alguns problemas cognitivos das crianças.
As crianças reconhecem a escrita como as que “são para ler” e elaboram formas próprias na distribuição de letras, combinações, para “ensaiar” uma escrita.
É muito interessante observar as hipóteses das crianças sobre a escrita, pois não são transmitidas pelos professores muitas vezes e nem podem ser observadas no material gráfico.
Quando a criança percebe que há algo escrito, a próxima pergunta a ser feita é: “aqui diz alguma coisa?”. O que irá contribuir para que ela perceba que a escrita não é somente um conjunto de símbolos e sim possui um significado lingüístico.
No início as crianças acreditam que a escrita quer dizer nomes de objetos e de pessoas, ou seja, para elas o que está escrito serve para dizer o nome das coisas. E a partir das hipóteses que fazem sobre os nomes das coisas, elas começam a distinguir entre nomes de substantivos comuns e nomes próprios. Claro que tudo isso é analisado através de questões colocadas pelos professores, não verificadas por elas com intencionalidade de dizer a diferença.
Interessante também como nos identificamos e lembramos que essas construções fizeram parte de nossas próprias vidas, pelo que consegue-se lembrar é possível ainda nos identificar em determinadas situações. Por exemplo, as crianças não percebem a importância dos espaços em branco na escrita. Podemos lembrar ou verificar através de outras crianças, a forma contínuas das sua tentativas de se expressar na escrita, onde muitas vezes um conjuntos de letras, pode ser uma palavra ou frase.
Mais tarde as crianças além de perceber que estão escritos nomes, percebem que estão escritos também palavras correspondentes as ações e depois virão os artigos, preposições,etc.
O autor comenta que as crianças percebem primeiro as vocais, isso por que são elas as mais percebidas oralmente isoladamente, ou seja, tem som, mesmo isoladas. E repetindo para si mesmas as palavras descobrem as sílabas.
Muitos autores dizem que as crianças distinguem desde muito cedo a linguagem escrita e a oral, esta última utilizam-na para seus textos.Elas também tem uma certa tendência de organização gráfica do texto.
Fundamentalmente as palavras são para elas o que fica isoladamente entre os espaços em branco,como dito antes, estes não tem importância para elas.
Falando agora um pouco sobre concepção de escrita, tradicionalmente a definidos como um código gráfico de transcrição dos sons da fala. Mas o processo da escrita não é apenas um trabalho de decodificação. Mas muitos têm já reagido a essa concepção e dito que esse sistema de representação (a escrita), é uma longa construção histórico social.
A orientação mais comum que se tem é que a criança deve aprender primeiramente a parte de decodificar até saber lidar com o código, como saber “para que serve”, em fim fazer parte com sua compreensão. Em outras palavras, separando o processo entre “aprender a lê” e “entender o que se lê”.
Importante destacar que a leitura e a escrita não são aprendizados exclusivos da escola. Os meninos e meninas não são passivos, não só copiam, não só esperam à hora de ir ao colégio.
O nível de contato da escrita anterior à escola, irá depender do ambiente em que a criança está inserida. Quanto maior o contato precoce com a escrita e quanto maior a percepção por parte dos pais da intencionalidade comunicativa da criança, mais rápido é seu desenvolvimento na escrita.
As situações da escrita acontecem na vida real, até por ser ela um objeto cultural e suas funções também devem fazer parte da aprendizagem no ensino de leitura e escrita.
Por isso, os materiais e atividades devem ser compatíveis com as experiências e hipóteses das crianças. Por exemplo, um ditado de palavras com o mero objetivo de analisar letras isoladas, vão atrapalhar a evolução de uma criança que está tentando entender como é e para que serve a escrita, por exemplo.
Percebemos então que todo este capítulo tenta compreender o processo evolutivo de aprendizagem da criança na área da escrita e de leitura, a fim de melhor perceber esse processo e fazer com que as práticas educacionais sejam compatíveis com suas experiências.

domingo, 26 de julho de 2009

Comentando texto 5: "Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem" de Emilia Ferreiro.

A autora coloca que a teoria de Piaget não deve ser mencionada apenas como uma descrição de níveis em sequência, a pergunta que guiou os estudos de Piaget na área da construção do conhecimento e que também deve nortear os nossos estudos é: "Como se passa de um estado de menor conhecimento para um estado de maior conhecimento?"
Acredito que seja essa mesmo a pergunta que devemos ter em mente todo o tempo em sala de aula, não com a intenção de respondê-la objetivamente, mas sim dar a devida importância ao processo de absorção do conhecimento novo, a fim de facilitar a passagem do conhecimento menor para o maior.
No texto, o autor emprega esta idéia ao processo de iniciação à alfabetização, na fase que a precede até a sua realização. Tudo com objetivo de conhecer melhor os processos anteriores, por fim auxiliar melhor o começo da captação dos alunos do mundo escrito. Dessa forma, o professor estará mais atento as questões de cada aluno, não ignorando-as e notando seu valor e lógica própria.
O texto irá descrever bem detalhadamente fases que antecedem a alfabetização efetiva, as conclusões, os caminhos que as crianças criam e utilizam para tentar chegar a esse universo novo da escrita. Para isso criam códigos, entendimentos, regras muito pessoais para chegar até o que foi solicitado pelo professor.

domingo, 28 de junho de 2009

Meus comentários sobre o texto : "Práticas de linguagem oral e alfabetização inicial na escola: perspectiva sociolinguística"(Erik Jacobson)

Interessante quando o autor coloca que o menino e a menina ao utilizar a escrita estarão contribuindo para definir seu próprio lugar no mundo(1ºparágrafo.linhas 12,13 e 14). Sendo assim essa fase deve ser tratada com tal importância pelo docente, afinal ali o aluno não estará conquistanto apenas sua alfatização inicial, mas é ali que ele irá firmar o reconhecimento próprio e de mundo, assim como aprender que pode se expressar.
Para respeitar a importância e cumprir bem o papel que tem a escola nessa fase, primeiramente é preciso "reconceitualizar o amplo leque de habilidades que os meninos e meninas começam a dominar antes de entrarem na escola formal."(1ºparágrafo;l.2,3,4).
Ou seja, o professor de forma alguma deve assumir uma postura de só o que é ensinado por ele é o que deve ter importância, percebido e considerado.Há outros fatores, tanto os já compreendidos pelo menino e menina antes de entrarem na escola, assim como aqueles vistos no seu dia-a-dia que deverão ao menos serem reconhecidos. Por que caso contrário ocorra, é aí que começa um dos grandes problemas da alfabetização.
Como o menino ou menina irá "definir seu próprio lugar no mundo" se não conguirá "se enxergar" dentro de sala de aula?!
Logo depois, o autor fala que a alfabetização e a identidade social surgem ao mesmo tempo, o que gera um 2º problema, na verdade faz parte de apenas um, a falta de compreensão por parte do corpo docente de que não se pode apenas introduzir a cultura(respeitada pela maioria) ou os saberes formais, por que o aluno antes precisa se reconhecer para evitar tantos conflitos de identidade.
Os professores, professoras e investigadores precisam articular as questões do respeito cultural, social e aprendizagem formal , além disso, em meio a esse trabalho já complexo, ainda é necessário verificar que devido a essas questões os alunos poderão ter tido contato bem diversificados com a escrita. E ainda poderão ter tido ou não costume de tê-las em seu dia-a-dia. É preciso gerar então uma necessidade de nivelamento, com o objetivo de fazer com que os alunos passem a ter a partir do ambiente escolar iguadade de aprendizagem , não reafirmando as diferenças "e não apenas centrar-se nas habilidades de codificar e decodificar."
A partir dessas diferenças, há necessidade de cuidar para que elas não caiam como deficiências de alunos problemáticos, já que o que acontece na maior parte dos casos "é que a escola que frenquentam não faz nada para ajudá-los a desempenhar seu pleno potencial."-Disse com perfeição o autor.
No tópico "a opção linguística para a leitura e a escrita" transcorre da necessidade de parte das populações de alguns países sentem na escolha da linguagem a ser aprendida por seus filhos. Essa escolha defini-se pelos objetivos ambição de progredir socialmente, por motivos religisos e para manter sua identidade cultural.
Mas para muitos manter a "identidade cultural" significa manter um "lugar social" menos valorizado.
Exemplo do texto:"Na república de cabo verde, as políticas educacionais coloniais criaram um sistema escolar que dividiu a população em uma elite falante de português e uma massa falante de crioulo cabo-verdiano, que tinha acesso limitado à educação e ao mundo letrado."
Mais adiante o autor resume bem essa necessidade de escolher a língua do colonizador, a língua considerada mais importante:"Eles deverão dominar a língua dos dominante."
Depois o autor fala de uma situação no mínimo intrigante e que deve acarretar alguma "confusão de identidade" ou coisa parecida na cabeça das crianças.
Quando filhos de imigrantes desses países chegam nos EUA candidatos a programas bilíngues, é pedido a eles que identifiquem a língua de sua casa. E o que muito acontece é os pais se identificarem como falantes de francês,sendo na verdade falantes do crioulo haitiano, por exemplo, e tendo pouco ou nenhum conhecimento da lingua.
Fazem isso com a intenção de que seus filhos tenham oportunidades na lingua dos dominantes, mas tudo isso cria sérios problemas no programa.
Bem, todo o texto transcorre em diferentes pontos a problemática da diferença social, cultural, enfim tudo que irá tornar a prática da linguagem e alfabetização, um trabalho de percepção das diferenças, não ignorá-las e fazer com que se nivele as oportunidades. Pois professores devem ter como objetivo a "igualdade de oportunidades".
Para fechar, cito o início do parágrafo do tópico " o ensino da leitura e da escrita deveria partir do uso da linguagem"(l.3,4 e 5).
"Em vez de se centrar unicamente naquilo que lhes "falta", deveríamos pensar em quais seus pontos fortes, inclusive quando esses pontos não são os que têm sido valorizados tradicionalmente no ambiente escolar."

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Vídeo!

O vídeo baseou-se nos textos 3 e 4 da disciplina, que tratam basicamente do processo de iniciação no mundo letrado(a alfabetização infantil). Foram feitas perguntas pertinentes sobre essa fase.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

*Atividades escolares para alfabetização*

ATIVIDADE 1

Aula de vídeo

Primeiro o professor perguntaria a turma sobre suas preferências na programação da tv, principalmente filmes. Identificando assim o que a maioria citou.
O professor então traria o programa ou filme escolhido e pediria muita atenção dos alunos, pois perguntas serão feitas após o filme.
Ao término do filme algumas perguntas devem ser feitas, como por exemplo: Quais eram os personagens principais? Onde eles moram? Que roupa costumavam usar? Quais caractarísticas mais fortes de cada um(se é muito falante, alegre, mau humorado, etc.)? Sobre o que falava o filme?
Essa perguntas, no caso podem ser feitas oralmente. Serão verificadas através das respostas dos alunos:

  • A questão da memorização. Observada através da quantidade de informações e detalhes das imagens capturadas pelos alunos;
  • Habilidade cognitiva(observando as opiniões das crianças, não somente sobre o que estava explício, mas como elas absorveram informações e que visão pessoal vão expôr sobre situações e personagens);
  • Interpretação, a partir do momento que o aluno consegue dizer um pouco do que o filme passa(significado), a personalidade dos personagens, etc.

ATIVIDADE 2

Aula com música

Também partindo de preferênicas comentadas pelos alunos, o professor fará seleção de músicas e as levará à sala de aula. Poderá ser por DVD ou apenas um CD. O professor irá previamente selecionar determinadas partes do DVD para pausar, onde serão observadas e analisadas as frases e palavras das legendas(por isso a música deverá apresentar legendas no vídeo). No caso do CD, o professor colocará os grupos de frases e palavras no quadro.

Por a música ser conhecida pelos alunos poderá ser sugerido a eles que a cantem. Após feito isso, seriam conduzidos a observar o que os próprios cataram através das análises feitas pelo professor.Elas então a repetiriam, dessa vez com um novo olhar sobre o que foi cantado. Dessa forma será observado os sons da língua e também a pronúncia clara dos sons.

Ao destacar frases e palavras, o professor poderá separar algumas que tenham letras com sons parecidos para serem comparadas. Como: T/D, F/V, P/B, Q/G . Comparação esta feita com intuito de que eles percebam as diferenças por eles mesmos, observar que são parecidas mas não iguais. (Asim os alunos poderão distinguir a pronúnica de alguns sons da língua que são muito parecidos, como os dos exemplos acima).